domingo, 17 de outubro de 2010

ESCOLA - UMA SOCIRDADE QUE DEVE RESPEITAR ÀS DIFERENÇAS




"O primeiro grupo social que a crianças pertence é a família em suas mais diversas formações, passando a inserirem-se em sua trajetória de vida a outros grupos, como igreja, clubes, escola, entre outros.
A escola é um espaço coletivo, onde os indivíduos estabelecem relações, formando um grupo." BERNARDES,Eliane - Grupos Sociais, Atividade Webfólio do ROODA - Interdisciplina: Representação do Mundo Pelos Estudos Sociais - PEAD - UFRGS.

Nesta atividade, escrevi sobre as sociedades que o indivíduo pertence, dando ênfase à escola, que, depois da família, e ou igreja, clubes é a comunidade que a criança irá conviver com seus pares com o objetivo de socializar e adquirir conhecimentos.
A escola é o lugar onde a criança estará sem alguém da família, por isto, ela deve ser acolhida pela comunidade escolar.
A criança que não se sente acolhida na escola, certamente não gostará de estar neste ambiente e a aprendizagem será prejudicada. O papel do professor e da família são muito importante na questão da aceitação e ao respeito às diferenças que a criança encontrará na escola.
A sociedade e na escola não é diferente, tende a aceitar o igual, o comum, vendo nas diferenças a inferioridade, por isto, se na família a criança não tem a educação de respeitar e valorizar as diferenças, cabe à escola passar estes valores.
O educando com necessidades educacionais especiais, principalmente, quando a diferença é visível, como a deficiência física, muitas vezes sofre os primeiros preconceitos na escola, pois os colegas usam de sua nata curiosidade para perguntar o porquê daquela deficiência, fazendo com que a criança com necessidades, se sinta constrangido e envergonhado.
Penso que, quando há um aluno com deficiência física na sala de aula, nos primeiros dias, a professora deve fazer um trabalho de valorização de todos e de respeito às diferenças para que o educando especial perceba que sua diferença é respeitada pela professora e pelos colegas.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

APRENDIZAGENS





Os Eixos I, II e III, foram de muitas aprendizagens, a começar pela Interdisciplina de Tecnologias, que me trouxe conhecimentos sobre a informática e comunicação.E, uso os conhecimentos de tecnologias da informática na minha docência e na minha vida pessoal.
Esses eixos foram marcados por teóricos que nos mostraram a importância do lúdico, da literatura infantil, da música e do teatro para a aprendizagem da criança, tornando as aulas mais significativas e alegres.
As trocas de saberes entre colegas, tutores e professores, através dos fóruns tornou a aprendizagem mais rica, solidária e cooperativa.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

SOFTWARE E NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS




"O software educativo ameniza a má disposição frente ao processo educacional, pois desafia e desperta a curiosidade do educando. Freire (1996) comenta que o exercício da curiosidade convoca a imaginação, a intuição, às emoções, a capacidade de conjectuar e de comparar" (SCATONNE, Cristiane - 2004)

"Vale dizer que o software permite um trabalho mais personalizado, pois o educador pode adequar o programa às necessidades e ao ritmo do educando"(SCATONE, Cristiane - 2004 - O Software Educativo - Sem Medo de Errar - Educação e Tecnologia da Informática e da Comunicação - Eixo I - ROODA - PEAD- UFRGS


A utilização de software proporciona o uso da tecnologia para adquirir conhecimentos e aprendizagens de forma diferenciada, despertando o interesse dos educandos.
Cristiane Scattone fala da importãncia do software na educação e na adequação deste para diferentes necessidades e ritmos dos alunos.
Muitas deficiências físicas impossibilitam crianças e adultos de usar as mãos para escrever e vêm no computador a única possibilidade de escrever, ler, comunicar-se e de manterem-se informados e inclusos.
Acredito, então nas tecnologias da informática como um grande recurso para a educação de deficientes físicos, que contam com equipamentos para adequar seus computadores conforme suas necessidades.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

PERTENCIMENTOS E DESENVOLVIMENTO




"Eu valorizo o sujeito na medida em que valorizo o objeto e vice versa. Como posso valorizar o indivíduo, subestimando o poder da sociedade? Como posso valorizar a sociedade subestimando a capacidade de transformação do indivíduo? A novidade cria-se na exata medida da relação dinâmica entre indivíduo e sociedade. (BECKER, fernando. O que é Construtivismo? educação e Construção do Conhecimento. Porto Alegre: ARTIMED,2001. Interdisciplina Desenvolvimento Sob o Enfoque da Psicologia - ROODA, PEAD, UFRGS.)
Becker fala da relação do indivíduo com a sociedade, da importância dos pertencimentos para o desenvolvimento e aprendizagem. Nos remete a pensar sobre o valor das relações humanas e das transformações que o indivíduo sofre em comunhão, assim como a sociedade que é um todo, composto por individualidades que a transformam.
Cada indivíduo, com suas singularidades pertence a diversas sociedades, como a família, escola, igreja, etc. e, a relação existente nestes grupos é fundamental para seu desenvolvimento. Estar incluído faz com que o ser humano se sinta valorizado e respeitado, tornando-o mais seguro e participativo.
A exclusão faz com que o indivíduo tenha a auto estima baixa e a falta de participação na sociedade prejudica seu desenvolvimento, já que a cooperação e a valorização pelo grupo é de suma importância.
As pessoas com necessidades educacionais especiais visíveis, a exemplo da deficiência física muitas vezes não faz parte da sociedade por falta de acessibilidade ou por preconceito do grupo, pois um olhar demorado para a parte física deficiente, já é suficiente para constranger e afastá-lo de tal convivência.
A sociedade ainda não está preparada para aceitar as diferenças, o preconceito muitas vezes é oculto e é observado através de um olhar de desprezo ou da distância que muitas pessoas fazem questão de ter com os deficiêntes físicos.

sábado, 11 de setembro de 2010

ESCOLA E INCLUSÃO DO ALUNO COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS




"Segundo Ferreira (1995) a nova república brasileira pode ser considerada como um período de transição dentro da reforma conservadora. Sua trajetória corresponde a uma conciliação pelo alto com uma ampliação de currículo eletista e uma liberação do controle do poder sem que os tradicionais excluídos sejam verdadeiramente integrados como atores legítimos nas decisões. Trata-se de uma "mudança de tutela" com a participação no acesso aos bens na tomada de decisão e no controle da vida política." (A.J.AKKARI) Desigualdades Educativas Estruturais no Brasil: Entre Estado, Privatização e Descentralização - ESC 7 - Educação: políticas Públicas e desigualdade no Brasil - Interdisciplina: Escola, Cultura e Sociedade: Uma Abordagem Sociocultural e Antropológica - ROODA - PEAD - UFRGS
O texto e principalmente esta citação de Ferreira nos mostra a desigualdade social no Brasil, onde a reforma acontece, que a discussão também existe, mas não são os próprios excluídos que decidem, mas sim uma parte da sociedade que tem o poder. Ainda que as bases da sociedade se unam, discutam e tomem decisões, dependem de quem está com o poder de decisão.
Ao longo da história, é sabido que os excluídos só conseguem conquistar os seus direitos e tomar parte do que é seu, com muita luta e durante muito tempo de reivindicações.
As pessoas com necessidades especiais até bem pouco tempo eram escondidas dentro de casa, não estudavam, não trabalhavam e não pertenciam a nenhuma sociedade. Seus direitos aos poucos estão sendo conquistados através da luta destes e de seus familiares. A Constituição vigente prevê direitos iguais a todos cidadãos brasileiros e é baseada nela que pessoas com necessidades especiais têm conquistado muitos direitos.
Como educadora sempre tive a preocupação de receber e educar meus alunos com necessidades educacionais especiais, visando uma educação igualitária e cooperativa, onde o educando não se sinta excluído, mas sim, todos respeitados em suas diferenças. E, em toda a minha experiência docente percebo a falta de informação sobre a deficiência física aos educandos, para que saibam lidar com os preconceitos que podem surgir em sala de aula. Os cursos sobre educação Inclusiva, dão ênfase a deficiência mental e a deficiência física preocupa-se em informar e esclarecer sobre a surdez e cegueira, deixando a desejar sobre a deficiência física visível no corpo e ou motor e é esta necessidade especial física que sofre mais preconceito.
As diferenças incomodam, causam piedade, mas ainda não são aceitas, principalmente em nossas escolas, onde vimos alunos com necessidades especiais sozinhos no recreio.

PENSANDO NO TCC




"O organismo com sua bagagem hereditária, em contato com o meio, perturba-se, desequilibra-se e, para superar esse desequilíbrio e se adaptar, constrói novos esquemas." (PIAGET)



Sempre tive interesse em discutir e me informar sobre necessidades especiais educacionais, mais especificamente sobre deficiências físicas, que ainda é vista com muito preconceito em nossa sociedade.
A educação inclusiva é discutida nas escolas e redes de ensino, mas ainda há muitas dúvidas e desinformações sobre o assunto. Também as escolas não estão preparadas, quanto às estruturas e bem feitorias para atender aos alunos que precisam se locomover de forma segura e confortável.
É urgente a informação aos educadores sobre a inclusão de alunos com necessidades especiais físicas, para que não haja mais preconceito e a exclusão, ainda observada nas escolas.
O educando com necessidades educacionais especiais não deve ser visto como um incapaz, mas deve ser recebido na escola regular, exercer sua cidadania, usufruindo dos seus direitos.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

PROJETOS DE TRABALHO











“Projetos de Trabalho”, que segundo o autor Fernando Hernández:

"Significam um enfoque do ensino que tenta ressituar a concepção e as práticas educativas na escola, e não simplesmente readaptar uma proposta do passado, atualizando-a."
"Um meio de ajudar-nos a repensar e refazer a escola, reorganizando a gestão do espaço, do tempo, da relação entre os docentes e os alunos, redefinindo o discurso sobre o saber escolar."

"Uma forma de propor como ensinar a interpretar as informações e relacioná-las criticamente com outras fontes."

Hernández propõe uma educação baseada na realidade e nos interesses dos educandos.Onde os Projetos de Trabalhos são desenvolvidos a partir de curiosidades e para resolver problemas reais da comunidade escolar ou de interesses globais.
Meus alunos querem saber tudo sobre a vida dos pinguins, então propus e fiz um Projeto de Trabalho, onde iniciamos, trazendo os saberes prévios obtidos através das mídias e posteriormente, farão pesquisas, obterão respostas e certamente, terão mais dúvidas que o levarão a buscar mais e é este o objetivo dos projetos, fazer com que o aluno aja para solucionar os problemas.
Achei interessante a curiosidade dos alunos, pois este assunto vai ampliar seus conhecimentos e trará a problemática do aquecimento global e a partir destas descobertas poderemos trabalhar muitos temas que o abrangem, formando cidadãos com conhecimento e que possam agir sobre esta realidade.