domingo, 11 de maio de 2008

SERIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO


Classificar e seiar é um ato natural para as crianças. Basta dar um punhado de objetos e logo vimos eles classificando e seiando, conforme seus tamanhos, cores, formas, etc.
Nos últimos anos tenho trabalhado com turmas do primeiro ano, onde trabalho muito classificação e seiação. Utilizo muitos jogos e sucatas. Costumava aplicar jogos e atividades que já conhecia e buscava novidades com colegas.
E, confesso, apesar de me achar bem criativa, senti muita dificuldade em criar atividades para essa interdisciplina. parece que estava "entranhado" a idéia de pegar o que já estava pronto e apenas fazer lguns ajustes. Agora já me sinto mais à vontade nas minhas criações. Agora ví o quanto essa disciplina me fazia falta e o quanto estou aprendendo com ela. Quando leio os textos vejo que eu não tenho essa base, como aluna e isto me faz falta como educadora.

domingo, 4 de maio de 2008

TECENDO NOSSA HISTÓRIA


A História da humanidade não está somente nos livros didáticos e biografias, com fotos de ilustres cidadãos como únicos heóis.Toda sociedade está envolvida na história e é isso que nossos alunos devem perceber. O esino da disciplina de Estudos Sociais e de outras disciplinas não deve ser decorado para que o aluno responda a uma série de perguntas, mas para que ele faça uma série de perguntas, opinoões, dúvidas, hipótese. O aluno deve interpretar os fatos históricos e não simplesmente aceitá-los. Nossas aulas devem ser um lugar de debate, onde o aluno perceba que é agente social, que faz parte e constrói a história da humanidade.

domingo, 30 de março de 2008

INICIO DE SEMESTRE



Que cismas, homem? _ perdido

No mar das recordações,

escuto um eco sentido

Das passadas ilusões.

Que buscas homem? _ Procuro,

Através da imensidade,

ler a doce realidade

das ilusões do futuro.

machado de Assis

domingo, 9 de dezembro de 2007

A ALEGRIA DE UMA LEITURA


MÚSICA POPULAR BRASILEIRA NA SALA DE AULA





"AQUARELA"

Trabalhei com a música "Aquarela" de Toquinho e Vinícius. No primeiro momento ouvimos a música no aparelho de som. Posteriormente conversamos sobre a letra da música, também falei dos compositores e mostrei fotos do Toquinho e Vinícis quando crianças e por acasião da parceria deles.

Cantamos, novamente a música, mas à capela. Confeccionamos uma aquarela com tampinhas de tinta guache e papelão e a interpretação da música foi feita através de pinturas com essa tinta.

Cantamos novamente a música, usando movimentos corporais e palmas. Para finalizar os alunos fizeram uma coreografia da música, uma aquarela viva, usando tecidos coloridos como capas, cantaram e dançaram em roda.

O aprendizado foi construído através de experienciações.

Caiu mais um pinguinho de tinta em nossas vidas, mas ainda falta uma aquarela.

ESCRITORES DAS TURMAS 11 E 12













Meus alunos, das turmas 11 e 12, escreveram e ilustraram seus livros. Também reciclaram papel para a capa dos destes.
Durante este ano letivo, quando os alunos chegavam às 8 horas da manhã na escola, com carinhas de sono eu dizia que eles vinham abraçado no bicho preguiça.
Eles achavam muito engraçado, traziam conhecimentos, de que já haviam visto um bicho preguiça na televisão, fantasiavam muito. Ás vezes me pediam que tirasse o bicho preguiça deles. Nos divertimos muito com essa história.
Então, quando propus que escrevêssemos um livro coletivo, eles sugeriram que fosse sobre o bicho preguiça que vinha abraçado nos alunos da turma 11.
Todos contribuiram na autoria da história, nas ilustrações e na reciclagem do papel para a capa.
A turma 12 por sua vez escreveu o livro "Dona Bezerra da Turma 12", porque, um dia eu usei a expressão: "está pensando na morte da bezerra. Eles acharam engraçado, mas não entenderam. Me perguntaram o que era bezerra e, como já estava no final da aula eu pedi que perguntassem em casa o significado.
No outro dia um aluno nos disse que bezerra era uma vaca nanica e que qem falava esta frase eram os velhos. Rimos muito e eles passaram a usar essa expressão. Também quando eu queria um pouco de silêncio eu dizia: Vamos pensar na Bezerra.
E, quando a proposta do livro surgiu. O primeiro personagem que lembraram foi a bezerra.
Os livros ficaram excelentes, muito criativos.
As obras foram expostas, recentemente na Feira Cultural da escola.
Os alunos ficaram muito orgulhosos com os elogios que receberam dos visitantes.
Tudo isso faz parte de um processo. Leio todos os dias para eles e falo dos autores.
Isto foi uma sementinha para que meus alunos gostem de ler escrever.



SONHOS


SONHOS

Edmar Henrique Rabelo

Primeiro, é preciso sonhar,

Depois acreditar,

Acreditar muito

No sonho que sonhar.

E derrepente...

Acontecerá,

O sonho se realizará!

Chegará, assim, anúncio,

Com prenúncio de quem quer ficar

E ficará!

Mas, primeiro, é preciso sonhar,

Depois acreditar no sonho,

Investir nele, para que póssa vir a ser

Um sonho real.

Porque ser ainda melhor,

Muito melhor que sonhar.

E, é preciso sonhos que tornem vida!

É por sonhos que construímos realidades!