
Seguindo o projeto sobre o papel ao longo da história, os alunos descubriram, ao pesquisar na internet e em livros que na antiguidade já era reaproveitado o papiro e principalmente o pergaminho.
O papiro sofria o mesmo prossesso anterior, ou seja, era molhado, prensado, martelado e enrolado novamente para posteriormente ser usado. O pergaminho, que era confeccionado com peles de animais, como ovelha e cabra era reaproveitado, usando-se óleo e resinas de plantas para apagar as escritas e desenhos.
Os alunos acharam muito interessante saber que o papiro e o pergaminho eram reciclados, fizeram a comparação com a atualidade, onde separamos o lixo seco do lixo orgânico, para posteriormente ser reciclado e reaproveitado.
Esta atividade de pesquisa fez com que os alunos comparassem as técnicas de reciclagem e reaproveitamento do papel na atualidade e ao longo da história.
Aprendi, juntamente com meus alunos que se reaproveitava o pergaminho e o papiro, pensando na dificuldade de confeccioná-lo e, no caso do papiro, para preservar a árvore de mesmo nome, de onde vinha a matéria prima.
Então dialogamos sobre como isso se perdeu e os alunos chegaram a conclusão de que as fábricas só querem ganhar dinheiro e é por isto que desmataram.
Sim, os alunos têm razão, fora o capital, o culpado, pois quando usufruía-se da natureza,com o cuidado de não retirar mais do que o necessário, não corria-se o risco de extinção de animais e plantas.
O homem não se sente parte da natureza, se sente superior a ela, por isso, não se preocupa com o futuro da sua própria espécie.