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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

O SER HUMANO BUSCA A INTEGRAÇÃO E REALIZAÇÃO





"No ato mesmo de responder aos desafios que lhe apresenta seu contexto de vida, o homem se cria, se realiza como sujeito, porque esta resposta exige dele reflexão, crítica, invenção, eleição, decisão, organização, ação... todas essas coisas pelas quais se cria a pessoa e que fazem dela um ser não somente “adaptado” à realidade e aos outros, mas "integrado".,FREIRE, Paulo 1921 -
F934c Conscientização: teoria e prática da libertação: uma introdução ao pensamento de Paulo Freire / Paulo Freire; [tradução de Kátia de Mello e silva; revisão técnica de Benedito Eliseu Leite Cintra]. – São Paulo: Cortez & Moraes, 1979 - Interdisciplina: Educação de Jovens e adultos - ROODA - PEAD - UFRGS.


Paulo Freire fala no ato de responder aos desafios, onde o ser humano se realiza e reflete criticamente, assim como desenvolve a criatividade e o faz tomar decisões. Diz que o ser humano além de adaptado à realidade se torna integrado à sociedade.
O ser humano tem a necessidade de se sentir integrado no meio em que vive, de participar, de ser amado e de contribuir nas tomadas de decisões. Então, todos devem ser respeitados em suas diferenças e todos devem participar, mas a realidade é diferente, as pessoas são discriminadas em suas diferenças e limitações e correm o risco de não se realizarem por falta de oportunidades de mostrarem suas competências e integrarem-se de fato em seus pertencimentos.
A busca pela aceitação e integração faz parte da infância e da vida adulta, a exemplo, de adultos que voltam a estudar por não terem tido a oportunidade no tempo regular. No meu estágio, na EJA, tenho três alunos de inclusão, que, mesmo com dificuldades, são os mais dedicados e não faltam às aulas. Ao sentirem-se integrados no grupo, sentem que são capazes e superam-se em suas limitações.
Concluo que a escola deve estar preparada para tornar os alunos com necessidades educacionais especiais, para que se integrem e participem efetivamente da sociedade, superando dificuldades e limitações para se tornarem adultos realizados.

sábado, 30 de outubro de 2010

MUITAS APRENDIZAGENS



Estes Eixos me trouxeram grandes aprendizagens a exemplo da Interdisciplina Psicologia da Vida Adulta com a teoria de Erikson "As Oito Idades do Homem", que mostra perfeitamente,as fases psíquicas e emocionais desde o nascimento até a velhice. Esta teoria prova que se uma fase da vida não é bem resolvida, acarretará problemas na fase posterior.
A interdisciplina "Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais foi enriquecedora, pois os aprendizados e experiências trocadas com colegas nos fóruns me fez perceber que as dificuldades são comuns na maioria das escolas, a exemplo de apoio pedagógico e infra estrutura para receber alunos com necssidades especiais.
Questões Étnico Raciais na Educação Sociologia e História, me mostrou muitas maneiras de trabalhar em sala de aula, promovendo um estudo aprofundado sobre a cultura africana e o que ela trouxe para engrandecer o nosso país.

EDUCAÇÃO PARA TODOS



"Art. 1º A presente Resolução institui as Diretrizes Nacionais para a educação de
alunos que apresentem necessidades educacionais especiais, na Educação
Básica, em todas as suas etapas e modalidades.
Parágrafo único. O atendimento escolar desses alunos terá início na educação
infantil, nas creches e pré-escolas, assegurando-lhes os serviços de educação
especial sempre que se evidencie, mediante avaliação e interação com a família e
a comunidade, a necessidade de atendimento educacional especializado..
Art. 2º Os sistemas de ensino devem matricular todos os alunos, cabendo às
escolas organizar-se para o atendimento aos educandos com necessidades
educacionais especiais, assegurando as condições necessárias para uma
educação de qualidade para todos..( Resolução CNE - CEB Nº 2, de 11 de fevereiro de 2001. - Conselho Nacional de Educação - Câmara de Educação Básica. Interdisciplina: Educação de pessoas com Necessidades Educacionais Especiais - B - ROODA - PEAD - UFRGS).


As leis da educação asseguram uma educação de qualidade para todos, afirmando que as escolas devem organizar-se para receber os alunos com necessidades educacionais especiais, mas a realidade é outra, a maioria das escolas não têm sequer uma rampa para a locomoção de seus alunos cadeirantes.
Há muito o que fazer para que as escolas possam dar, realmente, uma educação adequada a alunos deficientes físicos. Já presenciei uma escola não poder matricular um aluno cadeirante por não ter rampa no portão e na entrada das salas de aula e por aí vão a a falta de estrutura, a exemplo de portas mais largas nas salas de aula, banheiros adaptados, classes, etc..
Os recursos pedagógicos também são poucos, assim como a preparação dos professores. Outro problema enfrentado nas escolas é a falta de monitores para ajudar os educandos deficientes em sua locomoção, ir ao banheiro, alimentar-se e outras ajudas necessárias a estas crianças ou jovens.
Aqui no Município de Gravataí, contamos com monitores para ajudar os alunos com necessidades educacionais especiais, mas sei que em muitas cidades isto não acontece, apesar da lei assegurar isto.
Acredito que a comunidade escolar possa mudar esta realidade, buscando e exigindo seus direitos de cidadãos. Pais de alunos com deficiência devem cobrar o que assegura a lei, pois, ainda, segundo a Constituição Nacional Vigente, todos têm direito à educação e cabe aos governantes adequar e adaptar às escolas para receber os educandos especiais, conforme suas necessidades e limitações.

sábado, 21 de junho de 2008

MEMÓRIAS E EDUCÇÃO



A disciplina de Estudos Sociais não foi muito significativa para mim nos primeiros anos escolares. Lembro apenas que pintava mapas, cantava o Hino nacional e do Rio Grande do Sul e decorava capítulos e capítulos de livros didáticos de história e geografia. Somente na sétima e oitava séries, descobri o porquê de estudar história e geografia, a relação e as conseqüências destes aprendizados em nossas vidas e no meio em que estamos inseridos. As aprendizagens passaram a ter significados quando incentivada a agir sobre meus conhecimentos, por um professor, passei a me sentir parte da sociedade que estudávamos.

O ensino dessa e de outras disciplinas não deve ser decorado para que o aluno responda a uma série de perguntas, mas para que ele pergunte. O aluno deve interpretar os fatos históricos, debatê-los e poicionar-se com suas opiniões a respeito e não simpesmente aceitar o que está escrito nos livros didáticos, com fotos de ilustres cidadãos como heróis. os alunos devem perceber-se como agentes sociais que fazem parte da sociedade e da história.

Quero que meus alunos sejam transformadores dessa sociedade, que construam um novo mundo, por isso incentivo-os a se posicionarem nas diversas situações de nossa sociedade.

domingo, 15 de junho de 2008

PERGUNTAS


AS INDAGAÇÕES
" A resposta certa, não importa nada, o essencial é que as perguntas estejam certas"
MARIO QUINTANA ( caderno H )